
Recife, 03 de setembro de 2006.
Monalisa
(A arte feminina da sedução)
Imerson Alves de Almeida.
Não sei como dizer.
Explicar? Eu?
Juro: é dificílimo.
Foi tudo tão arrebatador e inesperado...
Tal qual um amor adolescente – brevidade sem fim.
Terá sido um instante de febre?
Um sonho, um desejo, alucinação?
O renascer de um amor amarrotado?
A insanidade de um homem apaixonado, confuso e carente?
Danou-se! Maldição! Tudo outra vez.
Assim como luz rompendo a escuridão,
Perfume de jasmim derramado aos montes,
Nas ruas, becos e calçadas da vida,
Começo, meio e fim...
Ela adentrou meu coração.
Abrasando-me, colorindo-me...
E igualmente enlouquecendo-me.
Por que são rápidas as tardes do domingo?
As tardes do domingo são rápidas, por quê?
Por quê? Por quê? Por quê?
Danou-se!
Sonho ou realidade?
Pouco importa, era só ela e eu,
O quadro perfeito – inspiração igualmente perfeita.
O artista, sua arte, suas tintas e pincéis...
Fui o homem mais feliz daquela tarde.
A tarde transcorria... O tempo era resoluto, tempestivo e tirano...
Um bonde que não esperava por ninguém,
Seus minutos eram algozes.
Maldição!
- Monalisa, que bom, você veio.
(Tinha um apartamento como cúmplice)
E, minutos depois, desencadeou-se um vendaval:
Beijos e abraços,
Pernas entrelaçadas,
Olho de um mergulhado no do outro,
Respiração ofegante,
Mãos apertadas, calor, centelhas,
Corpos ardentes e trêmulos – labaredas,
Afluentes de prazer...
“Cataplum” – Explosão...
Gozos redobrados...
Gritos confinados...
Gemidos delicados – confidências...
Amamo-nos com força naquela tarde – unhas, dentes e carne.
Foi uma verdadeira obra de arte.
Fui seu Leonardo da Vinci enquanto ela, bem!?!
Ela foi minha, só minha, apenas minha, totalmente minha.
Tudo outra vez.
Monalisa
(A arte feminina da sedução)
Imerson Alves de Almeida.
Não sei como dizer.
Explicar? Eu?
Juro: é dificílimo.
Foi tudo tão arrebatador e inesperado...
Tal qual um amor adolescente – brevidade sem fim.
Terá sido um instante de febre?
Um sonho, um desejo, alucinação?
O renascer de um amor amarrotado?
A insanidade de um homem apaixonado, confuso e carente?
Danou-se! Maldição! Tudo outra vez.
Assim como luz rompendo a escuridão,
Perfume de jasmim derramado aos montes,
Nas ruas, becos e calçadas da vida,
Começo, meio e fim...
Ela adentrou meu coração.
Abrasando-me, colorindo-me...
E igualmente enlouquecendo-me.
Por que são rápidas as tardes do domingo?
As tardes do domingo são rápidas, por quê?
Por quê? Por quê? Por quê?
Danou-se!
Sonho ou realidade?
Pouco importa, era só ela e eu,
O quadro perfeito – inspiração igualmente perfeita.
O artista, sua arte, suas tintas e pincéis...
Fui o homem mais feliz daquela tarde.
A tarde transcorria... O tempo era resoluto, tempestivo e tirano...
Um bonde que não esperava por ninguém,
Seus minutos eram algozes.
Maldição!
- Monalisa, que bom, você veio.
(Tinha um apartamento como cúmplice)
E, minutos depois, desencadeou-se um vendaval:
Beijos e abraços,
Pernas entrelaçadas,
Olho de um mergulhado no do outro,
Respiração ofegante,
Mãos apertadas, calor, centelhas,
Corpos ardentes e trêmulos – labaredas,
Afluentes de prazer...
“Cataplum” – Explosão...
Gozos redobrados...
Gritos confinados...
Gemidos delicados – confidências...
Amamo-nos com força naquela tarde – unhas, dentes e carne.
Foi uma verdadeira obra de arte.
Fui seu Leonardo da Vinci enquanto ela, bem!?!
Ela foi minha, só minha, apenas minha, totalmente minha.
Tudo outra vez.
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